Leitura isoladaGabinete com isolamento eletromagnético
Leitura controlada para identificação precisa em processos onde a zona de captura precisa ser delimitada e validada.
Conhecer identificação automática →Hardware, software e inteligência operacional trabalhando juntos para rastrear ativos, automatizar inventários e transformar movimentações físicas em dados úteis para a sua operação.
A plataforma TARGET combina diferentes pontos de captura, mobilidade e integração para controlar ativos em ambientes reais e transformar leituras em eventos confiáveis para a operação.
Leitura isoladaLeitura controlada para identificação precisa em processos onde a zona de captura precisa ser delimitada e validada.
Conhecer identificação automática →
Inventário móvelMobilidade para inventário patrimonial, conferência, busca e validação de ativos diretamente no ambiente operacional.
Ver inventário RFID →
Distribuição individualOperações orientadas por identificação de usuário e item, com interface visual para confirmação, alertas e registro de eventos.
Conhecer integrações →
Automação integradaCompatibilidade com diferentes equipamentos de distribuição e coleta, conectando eventos físicos à camada de software e aos sistemas corporativos.
Avaliar integração no seu processo →Uma plataforma de rastreabilidade precisa organizar eventos, usuários, ativos, inventários e integrações — e não apenas exibir leituras brutas do equipamento.
Organização de ativos, identificação individual, inventários e conferência em campo.
Histórico de movimentações e eventos para entender onde o ativo passou e qual processo ocorreu.
Painéis para transformar eventos operacionais em visibilidade, exceções e indicadores relevantes.
Conexão com ERP, sistemas patrimoniais, autenticação, dashboards e aplicações internas.
Leitores portáteis, tablets e interfaces orientadas ao usuário para processos em campo.
Validações operacionais, tratamento de exceções e notificações conforme o fluxo definido.
O leitor captura um evento. O middleware organiza a leitura. A plataforma interpreta o processo. A integração entrega informação ao sistema corporativo. Essa cadeia é o que transforma RFID em resultado operacional.
Ver integraçõesO mesmo núcleo tecnológico pode apoiar aplicações distintas, desde que a arquitetura seja desenhada para o problema real.
Inventários mais ágeis, conferência em campo e melhor visibilidade dos itens identificados.
AtivosRegistro de eventos, zonas e movimentações para apoiar a gestão dos ativos.
OperaçãoAutomação de eventos em recebimento, movimentação, expedição e transferências.
IndústriaIntegração de identificação, eventos e sistemas para fluxos produtivos e operacionais.
Uma plataforma RFID para gestão de ativos não deve ser entendida apenas como uma tela conectada a um leitor. Em um projeto corporativo, o objetivo é organizar a identidade dos itens, registrar eventos relevantes, apoiar inventários, tratar exceções e disponibilizar informações para outras aplicações da empresa.
O uso de leitores portáteis pode apoiar inventários patrimoniais e conferências em campo, principalmente quando o processo envolve grande volume de ativos identificados. A viabilidade depende da tag escolhida, materiais, ambiente, posicionamento e critérios técnicos definidos no projeto.
APIs e middleware permitem que eventos capturados pela operação alimentem sistemas corporativos. O papel da integração é evitar que a informação fique isolada no equipamento e criar continuidade entre o mundo físico e o processo digital.
Dependendo da aplicação, a TARGET pode combinar RFID com leitores móveis, terminais, sensores, Bluetooth Low Energy, LoRaWAN e integrações. O objetivo é selecionar a tecnologia adequada ao processo, validar em ambiente controlado quando necessário e medir o impacto técnico e operacional.
É uma arquitetura que une identificação, leitores, software, regras operacionais e integrações para transformar leituras físicas em inventários, movimentações, histórico e informações úteis para a gestão.
Sim, dependendo da arquitetura do cliente. APIs e middleware podem conectar a solução a ERP, WMS, MES, sistemas patrimoniais, autenticação, dashboards e aplicações internas.
Não necessariamente. RFID e código de barras podem coexistir. A escolha depende do processo, custo, volume, ambiente e nível de automação necessário.
Sim. Quando a aplicação exige validação, um POC pode medir leitura, interferências, materiais, fluxo operacional, integrações e outros critérios antes da expansão.
Conte o processo que deseja controlar. A equipe TARGET pode avaliar identificação, inventário, rastreabilidade, integrações e a necessidade de POC.